Continuam a trabalhar, a gerir a casa, a cuidar dos filhos, a resolver problemas, a cumprir horários e a responder às necessidades de toda a gente. Por fora, continuam a funcionar. Mas começam a notar diferenças.
Acordam cansadas mesmo depois de dormir. Têm menos energia. Irritam-se mais facilmente. Dormem pior. Sentem dificuldade em desligar e começam a perceber que o corpo já não acompanha o ritmo da mesma forma.
Muitas atribuem tudo ao stress, à idade ou a uma fase mais exigente. E continuam. Porque há sempre alguma coisa mais urgente. Até que surge uma pergunta:
O cortisol tornou-se uma das hormonas mais faladas dos últimos anos, mas a realidade é mais complexa do que simplesmente classificá-lo como uma hormona “má”.Nesta palestra, Teresa Mello vai explicar de forma acessível como funciona o eixo HHA, que envolve o hipotálamo, a hipófise e as glândulas adrenais, e qual o papel do cortisol na resposta ao stress.
Vai também abordar a relação entre períodos prolongados de exigência, recuperação, sono e energia, esclarecer alguns mitos comuns e apresentar estratégias aplicáveis ao dia a dia.
O objetivo é compreender melhor aquilo que acontece no corpo quando passamos demasiado tempo em modo de resposta.
Farmacêutica com formação em suplementação personalizada. Traz uma visão prática sobre alimentação, estilo de vida e suplementação, ajudando a perceber o que pode fazer sentido em cada caso e porque a mesma resposta não serve para todas as mulheres.
Antes da menopausa existe a perimenopausa, uma fase de transição em que podem surgir alterações no ciclo menstrual e outras mudanças físicas e emocionais.
Nesta palestra, Cristina Laranjeira vai explicar o que caracteriza esta fase, que alterações podem ocorrer e porque algumas mulheres passam muito tempo a atribuir determinados sinais apenas ao stress, ao trabalho ou à idade.
O objetivo é reconhecer melhor esta fase e saber quando faz sentido procurar orientação especializada.
Nutricionista | Especialista em Saúde da Mulher, Emagrecimento e Comportamento Alimentar
Nutricionista há mais de 20 anos, Junia Bolognesi alia a experiência profissional a uma vivência muito pessoal: também ela passou por mudanças que, durante algum tempo, não percebeu estarem relacionadas com a perimenopausa. Essa descoberta levou-a a aprofundar os seus conhecimentos nesta área e a ajudar outras mulheres a compreender os sinais do corpo, reconhecer o que está a mudar e atravessar esta fase com mais informação, consciência e qualidade de vida. Porque perceber o que está a acontecer no seu corpo pode mudar completamente a forma como vive esta fase.
A palavra “inflamação” tornou-se tão utilizada que parece hoje explicar quase tudo.Nesta palestra, Marcih Santos vai explicar de forma acessível o papel da inflamação no organismo e abordar fatores ligados à alimentação, ao estilo de vida e à saúde.
Sem dietas milagrosas, sem listas intermináveis de alimentos proibidos e sem soluções iguais para todas as mulheres.
O objetivo é separar informação útil de ruído e perceber que hábitos podem contribuir para uma abordagem mais equilibrada à saúde.
Nutricionista dedicada à saúde da mulher no climatério e na menopausa. Aborda de forma prática a alimentação, o peso, a energia e os hábitos que podem fazer diferença numa fase em que muitas mulheres sentem que o corpo já não responde da mesma forma.
Responsabilidades, exigência, descanso e o peso invisível de estar sempre a antecipar aquilo que falta fazer
Há mulheres que terminam o trabalho, mas continuam mentalmente a trabalhar. Continuam a pensar nos filhos, nas compras, nas tarefas, nos compromissos, naquilo que falta fazer e em tudo o que precisa de estar resolvido no dia seguinte.
Nesta palestra, Mónica Carvalho vai abordar a sobrecarga mental feminina, os sinais de excesso de exigência e estratégias para reconhecer limites e criar melhores condições de recuperação.
O objetivo é perceber porque descansar não significa apenas parar fisicamente.
Depois de 26 anos na indústria farmacêutica, dedicou-se ao estudo do comportamento humano. Ajuda a compreender os padrões, a exigência e a dificuldade em parar que podem afetar o bem-estar e deixar tantas mulheres com a sensação de que estão sempre a cuidar de tudo, menos de si.